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Mostrando postagens com marcador Personagens da Cultura Negra. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011


 
Venho por meio deste projeto circuito negritude, que alem de valorizar  a cultura negra fortifica a cada dia nossa RELIGIÃO AFRICANISTA. Por isso com a maior alegria faço esta homenagem a estas duas pessoas especiais em minha vida.


Primeiro a Yalorixá Nubia de Iansã, que no momento mais difícil da minha vida, você teve a honra desde ser amiga , irmã e mãe.


Naquele momento, estendeu a mão e me indicando a direção certa para caminhada a luta em vitoria. Hoje somos dentro da religião africanista uma so como se diz sangue do mesmo sangue, que corre nas nossas veias e de Iansã. Hoje sou raio e você e trovão e as duas somos a ventania do amor e da cumplicidade de nossas vidas, por isso te agradeço de sermos para sempre uma com outras unidas para o que der e vier e que nossa mãe  Iansã nunca deixe esta união  ser separada. Eparêe... Agora gostaria de juntar esta homenagem  para meu avô, Babalorixá José Carlos de Oxalá, você avô que me acolheu dentro da religião  como um ser humano incansável. Você que sempre quer a união, amor aos filhos, netos na religião, nas horas das trovoadas principalmente quando os descaminhos na vida da gente tem a deparar com a angustia e desarmonia, lá esta meu avô para dar a palavra e a mão de pai Oxalá em trazer a harmonia em nossas vidas. Assim fico agradecida em ter essas duas pessoas em minha vida pessoal e religiosa.


Muito obrigado  a vocês! Yalorixá Isabel de Oya. Simplismente Isabel.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Yalorixá Renilda de Oxum




Minha  iniciação se deu ainda em minha tenra idade (bebê) na casa onde meu pai era filho,casa DE MÃE APOLINÁRIA e então ainda criança frequentava a mesma  segundo minha mãe ate os 4 anos de idade. Depois passei bom tempo fora e quando atingi mais idade frequentei casas como visitante ate que chegou a hora de novamente, frequentar  e ai sim assumir o que ja havia sido iniciado.
O inicio foi para mim novidade , me interessava procurei ser uma boa filha aplicada e dedicada  ia aprendendo ficava dentro de o amor por tudo.Minha obrigaçao foi, uma realização e que passei por varios boris ate chegar a hora do meu aprontamento, foi lindo na casa de MÃE IVONETE DE XAPANÃ.
Estes  anos de dedicação amor, carinho dentro da religião pré! Estou sempre aprendendo por que sempre tem o que se aprender com os Orixás e com o tempo estou na casa de PAI MARTINS DE OXALÁ estou muito bem! Faço religião  da Umbanda, Quimbanda e Nação com seriedade e responsabilidade.
UM BOM AXÉ A TODOS! MÃE RENILDA DE OXUM

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Yle de Oxalá e Oya


Iniciei na religião na casa déa vó Enilda (falecida) grande amiga e mãe eu tinha 11 anos como tinha uma adoração pela religião, assumi os santos com meu pai carnal e de religião Toninho de Xangô (Antonio Augusto Piveta) (falecido). Após esta passagem de aprendizado assentei meus santos Exus no meu Yle aonde cultuo Nação Cambinda Quinbanda e Umbanda. Faço religião com muito amor e carinho levando ao proximo muita fé e seriedade. No meu terreiro serão sempre bem vindos irmãos de religião amigos e agradeço desde ja meus filhos de santo sem eles ficaria dificil seguir a caminhada e em especial minha esposa Marcia de Yansã.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O ritmo das cirandas invade o Estado


O Rio Grande do Sul recebe, a partir de hoje, um patrimônio vivo do estado de Pernambuco: Lia de Itamaracá. A cirandeira carrega consigo o nome da ilha em que nasceu, que faz parte da região metropolitana de Recife e que em tupi significa “pedra que canta”. No entanto, ela garante que a única cirandeira saída de Itamaracá é ela mesma.
Referência nacional e internacional em ciranda, sua música - marca da cultura nordestina e brasileira - será apresentada em oito cidades gaúchas através do programa Arte Sesc - Cultura por toda parte. De um hotel em Joinville, onde também se apresentava pelo Sesc, Lia atendeu a reportagem e esclareceu algumas questões. Conforme a cantora de 66 anos, ela é bastante convidada para participar de projetos itinerantes como esse: “O Sesc disse ‘vem’ e vim embora!”
Lia de Itamaracá explica que o repertório do show é formado por ciranda, coco, maracatu e frevo. Entre os títulos mais conhecidos estão Quem me deu foi Lia, Moça namoradeira e Minha ciranda. O espetáculo tem o mesmo nome do seu último disco, Ciranda de Ritmos, lançado em 2008.
Até novembro do ano passado, a compositora respondia ser merendeira por profissão. Filha de um agricultor e de uma empregada doméstica, ela nasceu e se criou em Recife, ao lado de 13 irmãos. A partir da década de 1980, trabalhou como cozinheira em uma escola estadual na Ilha de Itamaracá. Aproveitando a notoriedade como cirandeira, também atuou como recepcionista do local, guiando turistas. Ela conta que depois que saiu da escola pôde se dedicar mais à música, “ficar mais solta”: “Porque antes, quando saía, tinha que deixar uma pessoa no meu lugar na cozinha. Eu tinha que pagar, tirar do meu salário. Agora não, já tem outra pessoa fixa”.
O nome da cantora veio de uma ciranda que dizia “Esta ciranda quem me deu foi Lia, que mora na ilha de Itamaracá” e ficou muito atrelada a Teca Calazans. No entanto, o produtor Beto Hees esclarece que aí mora uma grande polêmica: “A Teca nega a autoria dessa música. Ela está no nome de Antônio Baracho. Teca foi a primeira que gravou, em 1966. Em 1973, gravou Baracho”. Lia só foi gravar a canção no seu primeiro LP, A rainha da ciranda, em 1977.
Sua trajetória na indústria fonográfica é quase estéril. Foi voltar a um estúdio em 2000, com o CD Eu sou Lia e somente depois em 2008, para lançar o álbum Ciranda de ritmos.
A canção que dá nome ao disco de 2000 é outra confusão que rodeia a história da cirandeira. A música Eu sou Lia (Ciranda de Lia) é creditada na internet como sendo de Paulinho da Viola, feita em homenagem à nordestina. Beto Hees explica: “É de Paulo Viola, compositor do Recife. Não é o sambista carioca Paulinho da Viola”.
Ela, que já levou suas cirandas para as principais capitais do País, foi chamada de diva da música negra pelo The New York Times. Em 2008, o jornal americano realizou cobertura de um festival de rock em Pernambuco, do qual Lia participou e teve destaque.
Na sua incursão pelo Sul do País, a cantora diz estar sendo recebida maravilhosamente: “Cada ponto que eu chego, fico emocionada cada vez mais. Sou muito bem tratada, graças a Deus. Estou me sentindo muito feliz e fazendo os outros felizes”. Ela também assegura que o frio não atrapalha o figurino de cirandeira, que tem meia-calça embaixo da saia. “Se precisar, fazemos uma fogueira e fica tudo bem”, responde, otimista, a folclorista que faz todos formarem uma grande ciranda ao final de seus shows - uma roda que une de mãos dadas crianças e adultos.



Shows de Lia de Itamaracá na turnê Ciranda de ritmos
• 27/07 – Porto Alegre
Local: Teatro Sesc Centro (Alberto Bins, 665)
Horário: 20h
Ingressos: R$ 5,00 trabalhadores do comércio, R$ 10,00 classe artística, idosos e estudantes, R$ 16,00 empresários e R$ 20,00 público em geral.


• 28/07 - São Leopoldo
Local: no Picadeiro Arte Sesc, instalado no Largo Rui Porto (Dom João Becker, s/nº)
Horário: 17h
Ingressos: R$ 5,00 para comerciários (mediante apresentação do cartão Sesc) e R$ 10,00 para o público em geral - até às 14h, o acesso à festa é gratuito.


• 29/07 - Pelotas
Local: Fábrica Cultural
Horário: 20h
Ingressos: R$ 5,00 para comerciários, idosos, estudantes e professores (todos mediante identificação) e R$ 10,00 para o público em geral.



• 30/07 - Camaquã
Local: Cine Teatro Coliseu (Duque de Caxias, 190)
Horário: 20h
Ingressos: 1 litro de leite.


• 01/08 - Montenegro
Local: Estação da Cultura (Osvaldo Aranha, 2215)
Horário: 15h30min
Ingressos: Entrada franca.


• 03/08 - Soledade
Local: Centro Cultural de Soledade
Horário: 20h
Ingressos: R$ 2,00 para comerciários e comerciantes e R$ 5,00 para o público em geral.



• 04/08 - Passo Fundo
Local: Teatro do Sesc (Brasil, 30)
Horário: 20h
Ingressos: R$ 5,00 para trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo (mediante apresentação do Cartão Sesc/Senac) e para idosos e estudantes (mediante identificação), R$ 8,00 para comerciantes (mediante apresentação do Cartão Sesc/Senac) e R$ 10,00 para o público em geral.


• 05/08 - Ijuí
Local: Área externa do Sesc (Crisanto Leite, 202)
Horário: 20h
Ingressos: Entrada franca.


Fonte: Jornal do Comércio

Escritor Dario de Bittencourt - Uma eminência duplamente parda no RS


Historia de vida - I
O Escitor, advogado e foi um “pardo que sempre prestigiou as organizações dos pardos” na cidade de Porto Alegre. Nas primeiras décadas do século XX, foi um dos responsáveis pela manutenção do jornal O Exemplo, fez parte dos quadros sociais do clube Floresta Aurora e advogou em defesa das causas da comunidade negra da capital.
A expressão eminência duplamente parda, teria sido uma alusão bem humorada feita por Dario de Bittencourt sobre o seu avô Aurélio Viríssimo de Bittencourt. Ele fazia referência mais do que à cor parda de Viríssimo, a certa influência política e na forma de administrar que este exercera, como secretário particular, nas administrações de Júlio de Castilhos e Borges de Medeiros.
Ele monta um arrazoado cronológico sobre si que comprove não apenas os laços profissionais, mas principalmente, a sua origem familiar privilegiada e as relações intelectuais, étnicas, religiosas, políticas e afetivas que o ligaram a uma rede de pessoas. Algumas são pessoas humildes e desconhecidas e outras, na maioria das vezes, personagens importantes na vida intelectual e política do Estado e do país que dão relevância ao curriculum e perenidade ao nome do biografado.
A sua descrição perpassa por diploma de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, certificado de livre docente da Faculdade de Direito de Porto Alegre, decreto presidencial de Suplente do Conselho Regional do Trabalho da 4ª. Região, convite para ser imperador festeiro da Irmandade do Divino Espírito Santo, documentos que comprovam ter ocupado a chefia provincial dos integralistas no Estado, várias referências bibliográficas e hemerográficas que fazem referência à sua circulação intelectual, bem como, a de seu pai e avô.
Nos anos de 1911 e 1912, Dario estudou no Conceição, últimos anos em que o internato funcionou e onde ele obteve as melhores notas da turma em Português, nos sugerindo o resultado do contato aproximado com os livros e os ensinamentos do pai e familiares. Aurélio Júnior junto com seu irmão Sérgio e outros foram fundadores do jornal O Exemplo, em 1892, como se lê na primeira página, criado para a defesa de nossa classe e o aperfeiçoamento de nossos medíocres conhecimentos. A classe dos homens de cor ou pardos, já inseridos na sociedade, pois sabiam ler e escrever, o que era domínio de poucos, vinha à público com muita humildade, para serem vistos e copiados como modelos e exemplos de que era possível a ascensão social dos negros.
Nesse número, os dois representantes dos Bittencourt fazem parte da comissão de redação, responsáveis por receber e analisar as reclamações e as contribuições da parte literária do jornal. Ambos também assinam colunas, poesias e charadas no semanário. Dario se definiu como pardo que sempre prestigiou as organizações dos pardos11, fez parte do quadro social da Sociedade Beneficente Floresta Aurora, fundada
em 1872, participou do Conselho Superior da Liga Nacional de Futebol Porto-Alegrense, fundada em 1919, para congregar times formados com jogadores negros, foi sócio da Sociedade Satélite Porto Alegrense, de 1902, que hoje é conhecida como Satélite Prontidão e, finalmente, fez parte do Grêmio Náutico Marcílio Dias. A ampla circulação no meio negro da capital atesta a sua condição e opção, se é que se pode optar numa sociedade racista, por uma identidade étnico-racial subalterna e marginalizada. A sua auto-definição como pardo remetia à situação social e racial intermediária de uma elite negra que procurava ascender e inserir-se socialmente, não apenas em virtude da situação econômica e intelectual, mas sobretudo no sentido de se distinguir da maioria negra, ainda muito vinculada ao período anterior da escravidão.
Continua...

História de Vida - Sheron Menezes

A portoalegrense Sheron Menezes está fazendo sucesso no campeonato Dança dos Famosos do Domingão do Fastão. Entre um ensaio e outro, a atriz dedicou um tempinho para nos contar como está sendo esta experiência. A mãe dela, Veralindá Menezes, mais conhecida com Vera, também falou um pouco sobre a infância da atriz. Orgulhosa, a mãe conta que Sheron já brilhava antes mesmo de dar os primeiros passos: “Desde o nascimento, Sheron já é notícia. Ela nasceu no dia em que eu ia fazer um concurso público para auditora do tesouro nacional. Ganhei ela às duas da manhã e às duas da tarde estava fazendo a prova, lá mesmo no Hospital Presidente Vargas.” Vera esclarece que os fiscais do concurso levaram a prova até o hospital e o fato inusitado teve visibilidade nos jornais.
Aos 26 anos Sheron já tem uma longa trajetória como atriz. Participou das novelas Caras & Bocas, Duas Caras, Belíssima, Celebridade, Como uma Onda, Esperança e do curta metragem São João do Carneirinho. Fez uma participação especial no seriado Cidade dos Homens, dirigido por Fernando Meirelles e na apresentação do seriado gaúcho Fábulas Modernas, produzido pela RBS TV, além de peças de teatro. Mas a carreira da gaúcha começou na sua terra natal, como 1ª princesa do concurso Garota Verão, quando ela tinha apenas 15 anos. No mesmo ano, debutou no Lindóia Tênis Clube.


Sua mãe revela que quando criança, Sheron era sapeca, jogava futebol com os guris, subia em árvores, usava moleton largo e não era muito feminina. “Por isso resolvi colocá-la num curso de modelos”, explica Vera. Ela conta que a filha participou do casting das agências Haddar e Ford, e fez diversas oficinas, uma delas com Zé Adão Barbosa. No site da atriz, Sheron deixa claro que os estudos no TEPA – Teatro Escola de Porto Ategre, foram essenciais na construção da carreira. Hoje em dia ela faz Faculdade de Artes Cênicas do Rio de Janeiro. A mãe está contente com a fase da filha e se emociona: “quando eu vejo a Sheron dançar me arrepio”, as duas pensam em realizar algum projeto relacionado com a paixão da atriz: o ritmo de dança zouk. A irmã caçula, Schena, completa 15 anos em agosto e pretende seguir os passos de Sheron. Nestas férias de julho, está indo comemorar o aniversário em Bariloche, e vai realizar o sonho de fazer bonecos na neve. Um dos irmãos, Drayson também é ator e mora com a irmã no Rio de Janeiro, e o outro irmão, Draiton, é estudante de Sistemas de Informação na PUCRS.





A vida na Capital
A família Menezes morou durante um bom tempo no Bairro Cristo Redentor. Sheron estudou até a oitava série no Colégio São Judas. Depois, a família mudou-se para o Bairro Jardim Sabará e atriz concluiu o Ensino Médio no Colégio Dom Bosco. Aos 18 anos assinou contrato com a TV Globo e foi morar no Rio de Janeiro.
Veralindá, conta que quando Sheron vem visitar a família gosta de matar a saudade dos lugares que ela costumava frequentar no tempo em que morava na Capital. “A gente vai no Shopping Lindoia, passeamos no Shopping Iguatemi, e fazemos lanches rápidos na Petiskeira. Vamos também ao Gasômetro, ao Parcão e à Redenção”, lista a mãe de Sheron. Ela complementa que a atriz mantém as mesmas amizades da época de colégio, e com os amigos gosta de sair à noite para a Rua Padre Chagas.
Os almoços de família ocorrem na Galeteria Sbardelotto: “ O pessoal de lá conhece a Sheron, sempre chegamos e é uma festa!”, anima-se Vera. Nas compras que faz na Capital, geralmente estão lembranças e presentes, como velas artesanais. Quando guria, era a mãe quem escolhia as suas roupas “ A Sheron usava roupas básicas da Tok, Canal Sul, o que a Schena veste hoje”.


Conto de Fadas





Sheron é a inspiração literária de sua mãe, o livro infantil Princesa Violeta (editora Príncipes Negros, R$ 24,90), foi lançado na Feira do Livro de Porto Alegre no ano passado. “Como a Sheron sonhava em interpretar uma princesa negra, eu resolvi escrever esta história. O engraçado é que acabei antecipando a Disney, que meses depois começou a promover o filme A Princesa e o Sapo, que conta a história de uma princesa negra”, diverte-se a autora.
Há pouco, Veralindá publicou o seu segundo livro infantil Lillinda em… Minha amiga Rosinha (editora Príncipes Negros, R$ 20), este inspirado nas vivências da caçula, Schena.










quarta-feira, 27 de maio de 2009

terça-feira, 7 de abril de 2009

Eder Luis Farias

Criador do Projeto Correios Negro





Pioneiros do Rio Grande do Sul




















Luciano Raul Panatieri (Porto Alegre, 1897 – 1972). Formado pela Faculdade de Medicina de Porto Alegre em 1922, é, conforme os registros, o primeiro médico negro formado no Rio Grande do Sul.

Trabalhou em Rio Pardo e na capital gaúcha. O interesse pela literatura o levou ao Grêmio Rio-pardense de Letras.























Veridiano Farias (Rio Grande, 1906 – 1952). Concluiu os estudos secundários aos 36 anos, prestando vestibular para medicina em seguida. Em 1946 foi aprovado, matriculando-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, conseguindo transferência para Porto Alegre logo em seguida. Durante os anos de estudo trabalhou como chofer e motoneiro de bonde. Formou-se em 1951 e iniciou a vida profissional no Hospital Colônia Itapuã. Faleceu pouco tempo depois.


Mais fotos














Durante a Semana da Pátria. Rio Pardo, 1934. Panatieri, no canto à direita.















Veridiano Farias